Gata rejeitada por ter manchas no rosto é vítima de preconceito

Daisy tem nove anos e vive atualmente em um abrigo para animais abandonados, ela aguarda por uma família, mas os possíveis adotantes a recusam alegando que suas manchas são “desagradáveis”

Daisy é uma adorável gatinha da raça ragdoll. Ela é peluda, muito fofa e, provavelmente, nada é mais agradável para ela do que “aconchegar-se em qualquer coisa quente, feliz em ver o tempo (e o mundo) passar”.

Assim sendo, seria é lógico concluir que os amantes de gatos deveriam estar ansiosos para adotar a gatinha que vive em um abrigo.

No entanto, Daisy tem manchas faciais que segundo o centro de resgate da Mini Kitty Commune em Sydney, na Austrália, as pessoas (possíveis adotantes) consideram “desagradáveis”, explicando ainda que, embora “alguns digam que ela tenha marcas faciais infelizes”, eles a chamam de “única”.

As pessoas podem ser cruéis.

Descrevendo ainda mais a doce felina, o centro escreve: “A bela Daisy está pronta para adoção. Daisy tem nove anos e espera ansiosamente para gastar seu tempo aconchegando-se em seu novo tutor ou tutora junto à sua nova família”.

“Ela é muito simpática e não quer muita coisa, Daisy adora companhia de humanos, mas também já esteve com outros gatos, por isso convive bem com todos após as devidas e corretas apresentações”.

Apesar das pessoas aparentemente estarem tirando sarro de seu rosto, Daisy ainda é uma gata amigável que não faz ideia de que suas marcas são motivo de preconceito.

Na verdade, em resposta à publicação do abrigo feita no Facebook, muitas pessoas apontaram que as marcas da gatinha pareciam muitas outras coisas.

“Parece um coração de amor alongado”, escreveu um fã.

“Huh … parece mais asas de anjo para mim”, acrescentou outro.

Assim como Daisy milhões de outros gatinhos, cachorros e animais domésticos aguardam por um lar e uma família, muitos deles são preteridos por serem deficientes, idosos ou doentes.

Assim como os seres humanos, animais podem sentir, sofrer e se alegrar, animais não são produtos para serem vendidos e comprados. São vidas e merecem respeito.

Não compre um animal, adote. Ter um membro de quatro patas na família exige responsabilidade e compromisso, pois eles dependem de nós, mas são capazes de uma lealdade, companheirismo e amor únicos e incondicionais.

Fonte: ANDA

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