Casal adota um garoto órfão – tempos mais tarde, eles decidem acolher seu irmão

Sara Cozad, de 26 anos, e seu marido, Stuart, decidiram adotar um garoto órfão. Eles sempre quiseram aumentar a família e dar uma chance a uma criança que necessitasse de ser feliz. No entanto, eles nunca pensaram que viriam a adotar não 1, mas dois meninos! Saiba toda a história abaixo.

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“Eu tinha 19 anos quando conheci meu marido, Stuart. Passados 15 minutos do nosso primeiro encontro, ele me perguntou o que eu queria fazer com a minha vida. Qual era a minha carreira de sonho? Eu queria filhos? Onde queria viajar? Eu disse que realmente não sabia o que queria fazer, embora soubesse com certeza que, se fosse ter crianças na minha vida, seria como família de acolhimento.

Casal decide ser família de acolhimento

Nós nos casamos alguns anos depois e fomos em lua de mel. Duas semanas depois de chegarmos em casa, decidimos que íamos iniciar nosso treinamento como família de acolhimento. Nós estávamos de acordo que apenas faríamos acolhimentos emergência ou de curto prazo, para começar. Estávamos planejando acolher bebês e crianças. Eu tinha apenas 23 anos na altura, e a ideia de acolher crianças e adolescentes mais velhos parecia impensável.

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Quando obtivemos licença, fomos imediatamente chamados perguntando se poderíamos levar um bebê por uma semana. Foi ótimo e nós amamos. Então, logo em seguida, fomos chamados perguntando se poderíamos levar um doce menino de 3 anos por um fim de semana. Nós dissemos sim. Esse fim de semana se transformou em uma semana. E essa semana em meses. E esses meses em anos. Aquele menino é agora o nosso filho, Michael.

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Alguns meses depois que Michael veio até nós, concordamos em supervisionar uma visita de irmãos. Foi aí que conhecemos o Dayshawn pela primeira vez. No segundo em que Michael teve um vislumbre de seu irmão do outro lado do parquinho, ele correu com todas as suas forças e pulou em seus braços. Foi naquele segundo que Stuart e eu nos entreolhamos e realmente entendemos a importância de Dayshawn e Michael ficarem juntos. Ainda estávamos um pouco hesitantes em aceitar uma criança mais velha. Há apenas uma diferença de 13 anos entre eu e o Dayshawn. Mas, no segundo em que comecei a conversar com ele, todos os meus medos saíram pela janela.

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Adoção de uma criança mais velha

Dayshawn quebra todos os estereótipos sobre adolescentes em um orfanato. Ele é a pessoa mais empática e compassiva que já conheci. Ele é uma borboleta social e tem como missão pessoal dar as boas-vindas a cada nova criança que vem até nós. Ele trabalha tanto na escola e é tão engraçado. Ele quer ser um jogador de basquete, um médico ou um assistente social quando crescer. Ser sua mãe parece tão natural. Ele nem parece notar que sou tão jovem (ou simplesmente não se importa). Para ele, eu sou apenas sua mãe. Ele estava tão animado no dia de adoção. Minha parte favorita foi quando ele se sentiu na obrigação de interromper o juiz para explicar exatamente porque ele queria ser adotado (tantas lágrimas!).”

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“As pessoas sempre dizem: ‘Oh, eu nunca poderia ser um pai adotivo. Eu me apegaria demais e doeria quando eles voltassem para casa. E isso é verdade. É difícil. E choro toda vez que uma criança sai. Mas a reunificação pode ser uma coisa linda. Temos muita sorte em ter um relacionamento próximo com muitos dos pais de nossos filhos adotivos.

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Família decide continuar a acolher crianças

Na nossa festa de adoção, várias vezes me perguntaram se continuaríamos a ser família de acolhimento, já que tínhamos nossos próprios filhos adotados. Eu e Stuart decidimos que, se continuássemos a acolher, nos tornaríamos um lar especializado para mães adolescentes, adolescentes vítimas de tráfico humano e/ou jovens LGBT +. Não necessariamente porque podemos ser pais dessas crianças melhor do que ninguém, mas porque é doloroso que esses dados demográficos de adolescentes estejam em escritórios sociais ou abrigos por SEMANAS (ou mesmo meses), já que poucas casas estão abertas a eles. Acabamos de receber um jovem de 14 anos há duas semanas, e foi muito divertido conhecê-lo.

Acolher uma criança não é fácil, mas posso garantir que será a coisa mais valiosa que você fará. Há uma citação que diz, “É melhor ter amado e perdido do que nunca ter amado” (Alfred Tennyson), que ressoa no fundo do meu coração… Eu amo ser mãe. Eu amo cuidar das crianças da nossa comunidade – seja por uma noite ou por toda a vida. Eu amo ser capaz de sustentar as famílias e chorar lágrimas felizes (e tristes!) quando uma mãe recebe seu filho de volta. Eu não posso imaginar nunca ter vivido esta vida.”

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Veja o lindo de momento de adoção do irmão mais velho abaixo:

É maravilhoso saber que existem casais prontos a receber crianças mais desfavorecidas em suas casas, para que elas tenham a oportunidade de uma nova vida. Compartilhe se acha que deveriam existir mais pessoas assim!

Fonte: Love What Matters

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