Cão ficou “morando” perto dos trilhos do trem, esperando que seu dono que tinha morrido voltasse

Sabemos o quanto os cães se apegam aos seus donos, e essa história nos dá mais uma confirmação emocionante disso. Os protagonistas são um cão de rua e um jovem de 27 anos com problemas relacionados à depressão. Infelizmente, o final desta história não é um final feliz, mas nos lembra que um cachorro é muito mais que um animal de estimação.

Tudo começou em uma estação de trem, onde o jovem pegava o trem para ir até o trabalho e onde o cachorro vagava há algum tempo.

Facundo Brusco é o nome do jovem de 27 anos. Ele trabalhava em uma loja de animais, onde chegava pegando o trem. Um dia, na estação, ele conheceu um cachorrinho e decidiu cuidar dele, dando comida e bebida. Eles se encontravam todos os dias, quando ele ia para o trabalho e no final do dia, quando o jovem voltava para casa.

Facundo sofria há anos de depressão: apesar de usar diversos remédios, sua situação não melhorou. Certa manhã, ele decidiu acabar com tudo, esperando que um trem passasse exatamente na estação onde ele tinha conhecido aquele cachorrinho.

Nos dias seguintes, as pessoas que iam sempre naquela estação e que haviam notado o vínculo entre o cão e o jovem observaram uma mudança no cão: ele vagava pela estação, procurando por algo ou alguém. Eventualmente, eles o viram se estabelecer ao longo dos trilhos, perto do ponto em que seu dono se foi naquele dia trágico.

Durante muito tempo, o cão não quis se mudar de lá, a ponto de alguns voluntários construírem um abrigo para a noite e para a chuva.

Uma associação encarregou-se do cão, levou-o para uma casa temporária à espera de uma adoção segura. Não foi fácil conseguir pegá-lo, o cachorro estava muito assustado. Os membros da associação deram ao cachorro o nome de Toto e contaram sua história nas redes sociais.

Foi nas redes sociais que a família de Facundo percebeu que o cachorro era o mesmo que o jovem cuidava. A mãe do homem ficou sabendo da interessante coincidência: Toto era o apelido com o qual Facundo era chamado em casa. “Pedi a Facundo que me desse um sinal para saber que ele estava em paz e no dia seguinte ouvi falar do cachorro”, disse a mãe.

Para a família do rapaz, ficou claro o que precisava ser feito: dar um lar a Toto, porque talvez fosse isso que o jovem quisesse. Toto agora vive sob um teto, e é amado como era Facundo e a família acredita que não pode ter sido apenas uma coincidência. 

Fonte: Olha Que Vídeo

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