Cadela fiel ganha o direito de ficar com dono sem-teto no hospital após ele ser atropelado

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Uma doce cadela fiel ganha o direito de ficar com dono sem-teto no hospital após ele ser atropelado.

Lealdade é a carta de apresentação dos caninos. E nesta ocasião uma cadela fiel comoveu todos nas redes sociais, mas principalmente os funcionários do hospital pela sua nobreza. O nome dela é Lucimara, uma mestiça cor de caramelo que não gosta de se separar de seu dono.

A cadela fiel sentiu que seu mundo foi destruído quando viu o homem que lhe dá tanto amor sobrecarregado.

Cadela fiel ganha o direito

O incidente ocorreu na Santa Casa de São Paulo, no bairro Santa Cecília, no centro de São Paulo (Brasil). Um sem-teto deu entrada na sala de emergência do hospital após ser atropelado.

Os médicos de plantão o atenderam e, dada a sua condição, acreditavam que nenhum familiar o visitaria, mas estavam muito enganados. Do lado de fora do centro de saúde estava o fiel cão e companheiro do homem.

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Com sua nobreza e seu ato de amor, essa cadela fiel soube conquistar as pessoas na hora. 

Tanto os funcionários quanto os familiares dos demais pacientes ficaram surpresos com o caso. E decidiram apoiar Lucimar com cobertores, comida e água para que sua espera fosse mais agradável.

O médico emergencista Fábio Agostini do Amaral Gomes revelou que o dono de Lucimar é deficiente visual e o fiel cão serviu de guia.

«Chegou um paciente traumatizado e a dificuldade é que ele tem deficiência visual, mas veio um cachorro com ele. Houve uma comoção entre toda a equipe.

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Logo na chegada, todos se preocuparam com o paciente , mas também notaram o cachorro desesperado sem dono.

Ele estava em um serviço de emergência que é referência de trauma e tinha a dificuldade por ser cego”. Explicou.

Vendo a atitude da cadela fiel e do próprio paciente, a equipe administrativa se emocionou. E optou por identificar Lucimar com uma coleira para evitar que ela se perdesse enquanto esperava.

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Mas isso não foi tudo, mas eles até permitiram que ele visitasse seu dono. De alguma forma ela havia conquistado esse direito e os médicos concordaram em respeitá-lo, para seu bem-estar e do paciente.

O encontro foi emocionante para todos.

Desde o primeiro momento em que foi separada de seu dono, Lucimar ficou inquieta e latiu muito da porta de emergência. Mas tudo mudou quando ela o viu.

“O fato de ter um animal no hospital é muito delicado, mas a separação foi ruim para os dois.

Não havia dúvida de que, neste caso, para uma pessoa com deficiência visual, que estava em um local barulhento, era melhor ter seu companheiro ao lado. E isso diminuía sua ansiedade, tirava sua tensão e até gerava preocupação em toda a equipe, o que gerou muita alegria”. Explicou Gomes.

Assim que a cadela fiel entrou na sala, os médicos se certificaram de que ela não incomodasse os outros pacientes ou causasse danos. Mas a peluda também era muito dócil e obediente. Durante os dois dias que o homem esteve no hospital, esta menina o acompanhou e cuidou dele como se fosse um membro da família.

O mendigo não tinha nada a invejar os demais pacientes nesse sentido, pois teve a companhia do ser mais leal que já conheceu: seu cachorro.

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Após receber alta, o sem-abrigo foi contactado pela proteção civil para o apoiar e ajudar a sair das ruas, mas o homem não se convenceu.

Os médicos não sabem o que mais poderia ter acontecido com o paciente. Ficou claro que ele precisava de ajuda, mas se apegou a não deixar Lucimara sozinha e o fiel cão também não pretendia se separar dele.

Este é o tipo de histórias que nos emocionam, pois o dinheiro ou as circunstâncias dos nossos animais de estimação não importam, mas sim o amor e isso fica claro por este fiel canino.

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Fonte: Zoorprendente

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