Ela chama o empregado de retardado. O que acontece a seguir é vergonhoso… para ela!

Todos nós temos as nossas diferenças e merecemos ser respeitados. Antigamente, quem tinha Síndrome de Down era visto como incapaz, mas agora nós sabemos que os portadores dessa doença conseguem fazer uma vida normal, tal como as outras pessoas.

Uma estudante costuma ir ao supermercado perto de sua casa, onde trabalha um homem com síndrome de Down. Mas, recentemente, a jovem assistiu a uma cena simplesmente revoltante.

Ela resolveu contar o que tinha sucedido nas redes sociais, e o texto se tornou viral. Leia e descubra a razão!

“(Estou no supermercado onde vou todas as semanas, na caixa. O embalador é um rapaz muito simpático com uma incapacidade mental. Ele embala os meus produtos com cuidado)”.

Rapaz: “Quer este?”.

(Agarrou em um dos meus sacos reutilizáveis, mas viu que tinha um buraco).

Eu: “Não, é melhor outro. Obrigada”.

A mulher atrás de mim exclamou: “Mas pelo amor de Deus, apresse-se!”.

Eu: “Acabei de pagar, ele não fez nada mal”.

A mulher volta a dizer: “Ah, você também é retardada como ele, não é!? Meu Deus, as pessoas especiais como vocês deviam deixar de interferir nas vidas das pessoas normais!”

O embalador (com ar ofendido) diz: “A senhora não é retardada. Ela frequentou a Universidade! Ela é muito inteligente!”, apontando para o emblema da minha camisola.

No lo Creo
No lo Creo

Eu: “Aqui está o melhor embalador deste supermercado. Ele é muito cuidadoso com os produtos, minha senhora, isso é algo muito bom quando se trata de alimentos!”.

(O rapaz tinha terminado de arrumar meus produtos. Como sabe que vou voltar à residência, ele me deu os sacos e ajudou a pô-los em meus ombros).

A mulher gritou novamente: “Isso é uma piada, ele nem sequer a vai ajudar a levar até ao carro? Que delinquente. Quero ver o gerente imediatamente!”.

Eu respondi: “Quer chamar o gerente por algo que eu lhe peço para fazer habitualmente?”

Rapaz: Tenha um bom dia.

Mulher: “Retardado!”

(O senhor da caixa, que não ainda não tinha dito nada, olha para a mulher com calma).

“Não a vamos atender por faltar ao respeito a um excelente colega e também por desrespeitar uma cliente regular. Peço que deixe os produtos aqui, eu vou colocá-los nas prateleiras mais tarde. Por favor vá embora!

(Em vez de ir embora, a mulher fez um escândalo, partiu uma prateleira e teve de ser controlada enquanto o outro jovem nos levou, a mim e a outro cliente, para trás do balcão para nos protegermos. Tivemos de esperar até a polícia chegar). 

A mulher foi finalmente detida pelos seguranças.

Com uma grande preocupação nos olhos, o embalador me perguntou: “Você vai voltar… na próxima semana?”.

Eu respondi: “Certamente.”

“(O seu sorriso me fez feliz o resto da semana).”

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